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Tudo o que quero e não posso, tudo o que posso mas não devo, tudo o que devo mas receio. Queria mudar o Mundo, acabar com a fome, com a tristeza, com a maldade.Promover o bem, a harmonia, intensificar o AMOR. Tudo o que quero mas não posso. Romper com o passado porque ele existe, acabar com o medo porque ele existe, promover o futuro que é incerto.Dar vivas ao AMOR. A frustração de querer e não poder!...Quando tudo parece mostrar que é possível fazer voar o sonho!...Quando o sonho se torna pesadelo!...O melhor é tapar os olhos e não ver; fechar os ouvidos e não ouvir;impedir o pensamento de fluir. Enfim; ser sensato e cair na realidade da vida, mas ficar com a agradável consciência que o sonho poderia ser maravilhoso!...

quarta-feira, 17 de março de 2010

SILÊNCIO

Uma palavra, um gesto, um hábito. Silêncio meninos vamos começar a aula, diz a professora ao entrar na sala de aulas. Psiu!... Faz a mãe quando está a adormecer o Bebé. “Silêncio você está num hospital”, chama a atenção o letreiro colocado na parede. Uma palavra, um gesto, um hábito tido como civilizado. Por vezes, estar no escuro, em perfeito silêncio, é útil à saúde, não digo que não! Não ouvir a TV, o rádio, as pessoas a falarem, é muito bom em determinado momento, mas quando esse momento se torne longo, é algo preocupante. Estar em casa, no nosso quarto e não ouvir qualquer ruído, no início é encantador, mas com o passar do tempo esse encanto transforma-se em medo, em pavor. Imaginem estarem sentados num banco de jardim, com todos os sons próprios do meio, as crianças a brincarem, os animais a correrem de um lado para o outro, os carros a circularem, os pássaros a cantarem, enfim, acompanhado por todos os sons da Natureza e, de um momento para o outro, deixa de os ouvir. Faz-se um silêncio total. Qual a sensação? Medo pela certa. Pavor por algo de mal ter acontecido ou estar para acontecer. E em vez de silêncio, gritamos urgentemente por barulho. Qualquer barulho, mesmo o mais desagradável que houver. O ser humano é assim mesmo. É de extremos. Há alturas em que o silêncio total é bem-vindo, outras vezes, apenas o barulho da natureza é solicitado e em certas situações, quanto mais barulho melhor. É tão agradável estar em casa a ler o bom livro e ouvir música, como estar à beira mar, durante a noite, a ouvir apenas o barulho das ondas, assim como estar numa floresta a ouvir o chilrear dos pássaros, ou estar num campo de futebol e ouvir o barulho ensurdecedor das claques. Tudo é necessário e agradável e, a necessidade do mais ou menos barulho, ou a ausência dele, depende do nosso estado de espírito, do momento e do local onde nos encontramos. A natureza está em constante mudança e não é nada silenciosa. O ser humano foi talhado com a Natureza e por isso necessita de ruídos à sua volta. Psiu!... Estou a pensar!...Silêncio é também não querer dar qualquer opinião ou, falar sobre determinado tema. Há um provérbio Japonês que ilustra muito bem isto.”As palavras que jamais foram pronunciadas são as flores do silêncio” E aqui faço também referência a outra frase que ficou célebre “ O silêncio é de ouro” O silêncio é mais do que necessário para se descansar e para não se comprometer, mas também é em certos casos prejudicial. No chamado silêncio dos inocentes, esse silêncio altamente prejudicial e que está a acontecer cada vez mais ou, pelo menos a ser cada vez mais conhecido. Falo do silêncio das vítimas. Vítimas de violência doméstica; vítimas de abusos sexuais; vítimas de Bullying; vítimas de descriminação racial, sexual ou religiosa; enfim, vítimas que na sociedade em que vivemos, ainda são consideradas de um mal menor, roçando mesmo à normalidade para alguns sectores responsáveis da sociedade. Aqui o silêncio, além de ser altamente prejudicial para a vítima, também o é para a comunidade em geral. Acabar com o péssimo hábito enraizado na mente popular de que “ entre marido e mulher não metas a colher” ou “são crianças, não ligues”,ou ainda “é preto não pensa”, é um passo urgente a ser dado por toda a população mundial. É chegada a altura de nos mentalizarmos de fazer deste silêncio, o grande grito de alerta que poderá contribuir para uma maior igualdade não só entre sexos, mas acima de tudo, entre todos os sectores sociais e humanitários. O crime de violência, seja de que natureza for, deverá ser sempre denunciado por quem sofre, por quem presencia e por quem tem dele conhecimento. Aqui, o silêncio não é de ouro, nem de prata. Aqui o silêncio é seguramente de lata. Vamos todos dizer não a este silêncio.


segunda-feira, 15 de março de 2010

MINHA TERRA, MINHA GENTE

Portugal foi o último país europeu a ter colónias em África. O Continente negro hoje talvez o mais atrasado no planeta, foi, segundo especialistas na matéria, o berço da raça humana. Foi dela que os primeiros homens saíram em direcção ao Norte para explorar, caçar e aí fixar residência, diversificando a raça humana, segundo o padrão que a própria Natureza impôs em cada território. A cor da pele, a fisionomia, as características raciais de cada povo, foi-se modificando e impondo-se consoante o local e o clima de cada região. Há quem justifique e afirme que foi realmente o clima quem formou as diversas características humanas. Daí as diferenças entre europeus, asiáticos africanos, indianos, nativos americanos (índios) e o povo do gelo, os esquimós. Nos anos sessenta do século vinte, Portugal tinha Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe como colónias em África. O território de Goa, Damão e Diu na Índia, Macau na China e Timor na Oceânia. Contudo, a maior de todas era Angola e, é deste território, da terra onde eu tive a felicidade de nascer, que o Querer e não Poder vai tentar fazer um resumo, lembrando o quão de bom aquela terra Tinha. Tentar mostrar as diferenças do que era e do que é actualmente. No início dos anos setenta do século passado, Lourenço Marques, a capital de Moçambique, era a maior cidade portuguesa e, logo a seguir vinha Luanda, capital de Angola e só depois é que aparecia Lisboa, capital de Portugal. Angola, principalmente depois de 1961 teve um aumento muito significativo no seu desenvolvimento, ao ponto de se tornar notada e cobiçada por todo o Mundo. Na década de sessenta, todas as cidades, e vilas de Angola tinham já nessa altura, estruturas de salubridade apropriadas ao ser humano civilizado. Desde o saneamento básico à electricidade, passando pela água potável, já era uma constante em toda Angola. A indústria estava em franco desenvolvimento; a exploração mineral, pecuária e agrícola eram uma realidade. Enfim, em todos os sectores a economia era um comboio em movimento e em alta velocidade. Só para terem uma ideia, já nessa altura Angola exportava através de Portugal, país administrante, 4 biliões de toneladas de cana-de-açúcar; 220 mil toneladas de café; 70 mil toneladas de sisal. Além destes produtos, ainda exportava também, milho, algodão em rama, trigo, minério de ferro, diamantes e petróleo. No turismo, as suas praias eram das melhores do Mundo, temperaturas tropicais, águas cristalinas e calmas eram um chamariz de turistas, nacionais e estrangeiros, ao ponto de haver um slogan que dizia:” Quem conhecer Angola não quererá viver em outro lugar”. A colheita agrícola alimentar, era feita duas vezes por ano, a pesca era abundante no ano inteiro, a pecuária estava já ao mais alto nível, onde se incluía as feiras internacionais de gado. No interior, o campo, a savana e as serras, com a sua variedade de caça, os safaris eram uma alternativa bastante emocionante. Quem nasceu ou quem viveu em Angola, não se esquecerá das suas frutas. As cultivadas e as de produto da própria natureza. Quem não se lembra dos deliciosos mirangolos dos quais se fazia um belo doce; das Goiabas com polpa cor-de-rosa aveludada e uma casca acre/doce com um pequeno travo, que fazia as delícias de quem as comia, principalmente quando colhidas logo a seguir a uma chuvada; das mangas de diversos sabores, feitios e tamanhos, umas de polpa amarela, outras avermelhadas, mas todas uma maravilha da natureza, com mais ou menos terebintina que lhes dava o sabor característico. Dos mutambotes madurinhos, com o seu sabor único; das mutambas ou nonambas, fruto pequenino do tamanho dos bagos da romã, que depois de maduro apresentava uma cor preta, com um sabor único no Mundo, indescritível para quem nunca provou e, dos quais se fazia um sumo delicioso a que se dava o nome de “bulunga de Mutamba”, para não se confundir com outra bebida típica de Angola “Bulunga”, feita à base de farinha de milho; do Gongo, um fruto muito parecido com a ameixa amarela, mas com um grau de álcool muito elevado, principalmente se fosse comido muito maduro; da Nocha que só havia na região da Huíla, tinha uma pele parecida com a do Kivi, mas uma polpa aveludada muito doce com cheiro a âmbar e a canela; do mamão; da papaia; da pitanga; dos mutundos que eram chamados de morangos silvestres; do caju fruto sumarento; do dendê ou dendem, fruto da palmeira de onde se extrai o óleo com o mesmo nome; tamarindos; Tabaibos; maboques, fruta pinha; do jindungo, pequeno e muito picante; da mácua ou múcua conforme a região, fruto do célebre imbondeiro, ou embondeiro, também chamado de Baobá, considerada a árvore sagrada de África. Enfim, tantas outras que, para as numerar todas, teria de fazer apenas um tema sobre elas e, não é o caso. Quem não se lembra das cidades iluminadas, com regra citadina, limpas, onde o povo circulava a qualquer hora do dia ou da noite sem receio. Quem não se lembra dos passeios à beira mar, acompanhado da luz do luar e do sossego da noite. Quem não se lembra dos bailes carnavalescos com brincadeiras sadias, alegres, sem qualquer maldade, que se fazia por todo o lado. O povo de Angola é composto por várias etnias com os seus dialectos próprios. No enclave de Cabinda, os Cabindas. A Norte a etnia dominante são os Bacongos ou Kikongos conforme o dialecto usado; a Nordeste os Quiocos; No Planalto Central os Ovimbumdos; A Sudeste os Ovambos onde se inclui o povo Cuanhama; no Litoral Centro, os Vangangela ou Guenguelas ou Guenguerelas; No planalto da Huíla, os Nihanecas dos quais os maiores grupos são os Mumuilas e os Muquilengues; No Quando Cubango, os Cuangares, A sul da serra da Chela, os Hereros mais conhecidos por Mucubais e no deserto da Namibe os Bosquimams também conhecidos por Mukuíces. Com todas estas etnias e dialectos, Angola foi unificada pelo português. Sem a língua portuguesa não era possível haver um entendimento entre todas as etnias. Um dos grandes lemas do Governo de Angola é “de Cabinda ao Cunene, um só Povo, uma só Nação”, mas há a tendência de esquecer que sem o português isto não seria possível. A luta tribal tão comum em África, seria também uma realidade em Angola, se não houvesse a unificação pelo língua e pelos costumes herdados dos portugueses. Hoje, Angola, com pouco mais de trinta anos de independência, está um caos. A Província outrora rica, desenvolvida e civilizada, construída ao estilo europeísta, é hoje um país tipicamente africano. As cidades, com um trânsito caótico, com a lei do salve-se quem puder, com segurança zero, com lixo espalhado pelas ruas, com gado bovino, caprino e até suíno pelas cidades ou em apartamentos de habitação, sem água potável, saneamento básico, ou electricidade constante, fazem deste país uma aventura perigosa e um dos países com maior índice de pobreza no Mundo. O governo, corrupto ao estilo de outros governos africanos, tenta justificar o caos com a guerra civil que assolou o país durante décadas. Desculpas não compreendidas para quem conhece Angola e para quem sabe que foi precisamente na época das lutas de libertação, no tempo colonial, que o país teve o seu maior desenvolvimento. É certo que a guerra civil que se seguiu à independência, destruiu quase na totalidade as infra-estruturas das cidades, mas por si só, não é justificação para Angola estar como está. A falta de zelo, a capacidade de fazer progredir uma terra com as óptimas condições como Angola, a ganância de enriquecer rapidamente por parte de quem tem o poder, são os factores principais do não desenvolvimento. Com a realização do CAN, houve a preocupação de lavar um pouco as cidades onde o evento teve lugar, mas foi só isto mesmo que foi feito. Uma lavagem de cara. 80% do território, continua a não ter as condições mínimas de habitabilidade. O campo continua a estar dentro das cidades e os hábitos do povo continuam com a tendência da idade média. O comércio é feito sem lei nem roque pelas ruas, os produtos alimentares, principalmente a carne e o peixe, são vendidos ao ar livre sem quaisquer cuidados de higiene. A colónia de moscas e outros insectos são em número cada vez maior e a saúde, com grande incidência nas doenças transmissíveis, são uma constante. A lepra, a tuberculose e a sida são hoje uma preocupação dos médicos sem fronteiras. A terra onde eu nasci, assim como milhares de portugueses nasceram, é hoje um país rico, com um governo rico e um povo miserável. Não se compreende como uma terra que tinha duas culturas agrícolas por ano, que tinha uma pecuária implantada; que tinha o sector de pescas desenvolvido, hoje não tenha uma sustentabilidade própria e dependa da ajuda mundial para o povo sobreviver. Para quem não conhece a realidade, quando vê o presidente da república de Angola viajar no seu avião particular igual ou muito parecido com o do presidente dos E.U.A; quando lê notícias que a esposa e filhos do presidente vão passar férias ao estrangeiro e esbanjam dinheiro como água, ao ponto de darem altas gorjetas a quem os serve; quando ouve notícias que Angola já é um dos maiores produtores de petróleo e de diamantes do Mundo, não pensa que o povo está a morrer de fome e que a pobreza no país é uma realidade gritante. Angola tem tudo para vir a ser um grande país, não só Africano, mas também Mundial. Faço votos para que a corrupção dos governantes, a falta de desenvolvimento sustentado e acima de tudo a grande diferença existente entre o povo e a chamada elite angolana, não faça levantar a revolta e dê início às tão terríveis e indesejadas lutas tribais, como acontece em muitos países Africanos. Minha terra, minha gente, ao que chegaste. Que futuro te espera!...

sábado, 13 de março de 2010

MULHER



Dia Da Mulher * Mensagens e imagens!



O Querer e Não Poder vai procurar pôr um pouco de justiça já há muito reclamada pelo sexo então chamado de fraco. O sexo feminino. Desde os primórdios da humanidade que a mulher é vista e apelidada de inferior, quando na verdade é o verdadeiro sexo forte da natureza. No reino vegetal, as flores sem o seu gineceu, órgão feminino da flor, sem esse cálice fabuloso, não dava fruto. É certo que tem de ser fecundado com o pólen proveniente do androceu, órgão masculino da flor, nas sem o cálice, o pólen perder-se-ia e a planta não gerava fruto. Também no reino animal, o feminino é a parte principal da procriação. Na criação do gado doméstico, bovino, caprino e suíno é muitas vezes feita a fecundação artificial. Colhe-se o sémen do macho e introduzem-no na vulva da fêmea. Logo, se não fosse o cálice, não seria possível a fecundação. No ser humano, o processo é idêntico e não só por isso, mas também, vê-se que o sexo feminino é o sexo forte por natureza. No Facebook, uma amiga pôs a seguinte frase: “Frases como esta perpetuam a desigualdade ao longo dos séculos....adopta um novo discurso para a tua vida...."A mulher que se negar ao dever conjugal deverá ser atirada ao rio" Constituição nacional Suméria, Séc. XX a.c” E tem toda a razão. Eu, a título puramente brincalhão comentei “ que frase linda e bastante actual”Pois é lógico que só podia estar a brincar e a tentar meter-me com a amiga. Pois nos tempos que correm, esta frase vai contra tudo o que a humanidade já conquistou e alterou para bem de ambos os sexos.Os sumerianos, um povo antigo que vivia na Mesopotâmia,hoje território dividido entre a Síria e o Iraque, criaram uma brilhante civilização e há quem diga, que foram eles os inventores da escrita. Contudo, como todos os povos da antiguidade, os sumérianos cultivavam o culto de masculino e consideravam o sexo feminino sem qualquer importância na sociedade.Ainda hoje, nessa parte do Mundo, a mulher pouco valor tem. è obrigada a usar vestidos compridos e um véu na cabeça que lhes tapa a cara, para não serem vistas pelo sexo oposto.No Mundo civilizado actual, a igualdade entre os sexos é tão importante como o direito à vida.Em qualquer parte do Mundo, a mulher é um ser belo por natureza, pois ter a capacidade de gerar dentro dela outro ser idêntico, de sofrer com as alterações do seu corpo e sentir-se feliz, é algo de mágico, de transcendente que faz do feminino, o sexo perfeito. Quando falo da beleza da mulher, não estou a ver o seu aspecto exterior, pois isso é apenas um invólucro, o papel de embrulho de uma prenda. Estou a falar de algo mais profundo, mais real, mais interior. Vejo o seu interior, o seu carácter, a sua humanidade, a sua compreensão a sua capacidade de amar, compreender, respeitar e perdoar que é única no ser humano. Não foi por acaso, que em termos religiosos, Deus escolheu a mulher para ser mãe do seu filho. Podia ter escolhido um homem para ser o pai do seu filho, uma vez que Deus não tem sexo. Ninguém sabe se é masculino ou feminino. Ainda em termos religiosos, Jesus Cristo é considerado Deus feito (homem) filho, logo não tem pai, mas tem mãe. E aqui é bem evidente a grandeza do feminino. O cálice da vida é forçosamente sinónimo de mãe; esposa; amante; é sem sombras para dúvidas o sexo feminino, o sexo forte da natureza. A mulher foi durante bastante tempo, demasiado até, posta em segundo plano na vida da humanidade. Houve tempos e ainda hoje, em certos países, que a mulher não tinham e não tem o direito de votar, o direito de se expor naturalmente a público, de usar as roupas que quer ou o penteado que pretende. Mas com grande força e perseverança, foi-se impondo e tomando o seu lugar no Mundo. Hoje, nos países civilizados, a mulher tem os mesmos direitos que o homem. Esta igualdade, é certo, apenas foi conseguida à muito pouco tempo, mas para o bem da humanidade, a longa caminhada das mulheres em países civilizados, ainda não chegou ao seu fim, mas pouco falta para tal. Infelizmente, ainda há povos que vivem na era dos sumerianos ou sumérios, não evoluíram, mas estou convencido de que para lá caminham. A ideia absurda que a Bíblia faz referência dizendo que a mulher foi feita de uma costela do homem, não tem cabimento e muito menos aceitação na era Moderna. Se quisermos ir por aí, por tudo o que se conhece, com a nova ciência desenvolvida e em desenvolvimento, teria mais lógica dizer que o homem foi feito da mulher e não a mulher do homem.No entanto, ainda hoje o Mundo é comandado por homens, mas cada vez mais, a qualidade aparece no feminino.

sexta-feira, 12 de março de 2010

DESTINO

reflexao - Recados Para Hi5

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O Querer e não Poder pretende agora falar um pouco sobre o destino. Há quem acredite que os seres humanos já nascem com o destino traçado. Outros acreditam que o destino é adquirido conforme a nossa vivencia no tempo e meio em que nos encontramos. Outros ainda dizem que o destino é feito por nós próprios e nada tem a ver com o nascimento, ambiente, tempo ou local em que vivemos ou nos encontramos. E há quem, simplesmente não acredite no destino. Também há aqueles que atribuem à conjuntura astral. Então quem é que está certo? Eu arrisco dizer que todos e ninguém. Todos, porque o destino pode até já nascer com a pessoa, como muita gente diz “ já nasceu com ele”; “o destino estava traçado”. Pode realmente ser causado pelo nosso modo de vida e relacionado com o tempo e local onde nos encontramos na altura do acontecimento, isto é: “Estar naquele local, na hora errada”. Pode também, ser provocado por nós como se diz “era o que ele queria”; “ele procurou este fim”. Muitas vezes culpamos os astros, quando procuramos justificar o sucedido com o signo astral, com a expressão “estava escrito nas estrelas” “ O signo dele dizia!...”.Se formos para o lado de que ninguém está certo, também podemos dizer que aquilo a que chamamos destino, pode a qualquer altura ou momento ser radicalmente modificado, segundo a nossa consciência e vontade. Não tem nada a ver com o destino, mas sim com a maneira como encaramos as situações. Pois! Seria tudo muito simples se a natureza, essa força ainda desconhecida não interviesse. Como se justifica o destino daqueles que tiveram a infelicidade de ser apanhados por terramotos, inundações e outros desastres da Natureza nos quais também se inclui a queda de aeronaves e objectos desconhecidos provenientes do Espaço? Será destino? Quando um doente está em estado terminal e os médicos preparam a família dizendo que ele tem poucas horas de vida e ele recupera! A justificação que dão é que se tratou de um milagre. Não será antes destino? Os ditos milagres não estão destinados a acontecer àquela determinada pessoa naquele determinado momento? Com certeza que o destino existe e não é controlado por nós. Pois vejamos: - Ninguém morre no dia e hora que quer, assim como ninguém escolhe como quer morrer, com a excepção da eutanásia. Então se a morte acontece e de maneiras diversas, qual é a causa? Se o amor acontece sem sabermos como, qual é a causa? Se a vida toma um certo rumo sem ser previamente traçado, qual é a causa. Destino certamente.

quinta-feira, 11 de março de 2010

AMOR

Amor - Recados Para Hi5

Chegou a vez do Querer e não Poder, falar um pouco da palavra amor, é talvez apalavra mais pronunciada em todo o Mundo. Este sentimento que é sentido pelos seres do reino animal, não é como muita gente pensa, apenas atribuído aos seres humanos. Os animais chamados irracionais, principalmente os de companhia, sentem amor pelos seus donos. E é por vezes um amor tão intenso, que chegam a dar a vida para salvar a dos seus donos. Há várias histórias verídicas de animais que arriscam a vida no salvamento dos seus donos, assim como há animais de companhia que perante a morte dos seus donos, negam-se a viver e acabam também por morrer. Se isto não é amor, o que será? Amar é querer bem em qualquer momento, é não ver defeitos no ser amado e é acima de tudo, arranjar sempre motivos para perdoar, quando na realidade algo está mal. É nas horas más que o amor é realmente chamado a intervir e a fazer jus há sua fama. Há muitas maneiras de amor: Amor entre amigos; Amor entre familiares; amor pelos animais; amor pela Natureza; amor pelo ego, etc. Mas o que na realidade dá um sentido verdadeiro a este sentimento, é o amor entre casais. Aqui, que tem maior significado. E com, casais não quero dizer casados, mas sim união entre dois seres humanos de sexos opostos ou do mesmo sexo. Aqui o amor é um sentimento muito forte, que depois de solidificado, leva a uma união entre dois seres de famílias diferentes para a formação de uma nova família. O amor, principalmente na juventude, é muitas vezes confundido com desejo. O desejo de estar permanentemente ao lado um do outro; o desejo sexual sentido entre ambos, o desejo de partilhar experiências, nem sempre é amor. O amor é algo mais profundo. Amor é aceitar o outro tal e qual como ele é, com as suas virtudes, com os seus defeitos, tanto na alegria como na tristeza, tanto na riqueza como na pobreza. O verdadeiro amor é ser unha e carne do mesmo dedo e isto é o símbolo do casamento. É sabido que a parte sexual também tem muita importância no amor. Pois se o amor é um símbolo de união, o sexo é um símbolo da família. Sem sexo não há descendência e sem descendência não há família completa. É certo que há casais que optam por não ter filhos, mas isto é mais uma situação levada pela economia do casal ou por puro egoísmo, nunca por amor. Já o poeta Camões no seu soneto sobre o Amor, entra em várias contradições que dão ênfase à palavra.
“ Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente,
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.”
Com a evolução dos tempos, e com a tendência cada vez maior pela liberdade sexual, os casamentos são cada vez menos, e entre os casais, o divórcio ou a separação é em número cada vez maior. As causas são diversas e o amor deixa de ter o mesmo sentido. Embora ainda hoje o soneto de Camões é muito utilizado entre os amantes, já não tem o mesmo sentido que outrora. Hoje em dia, o fogo que arde no amor, vê-se na maneira como é vivido entre famílias. A ferida aberta com a traição é sentida com dor. O contentamento provocado pelo amor, torna-se descontente no divórcio; a dor da separação é uma dor que desatina ao ponto de desunião. Hoje em dia, o amor compreensivo, tolerante, existe principalmente na relação pais e filhos. Já no casal activo, entre marido e mulher, o amor só sobrevive acompanhado pela sua componente sexual. O sexo sem amor é uma constante nos tempos actuais, é visto como uma aventura, como uma experiência, como uma satisfação, enquanto o amor sem sexo é visto como uma ilusão, uma desilusão, uma utopia. O filósofo espanhol Miguel de Unamuno disse: “ O amor é filho da ilusão e pai da desilusão”. Contudo, o amor ainda é o motor da vida, e espero que assim seja por muitos e muitos anos mais.

quarta-feira, 10 de março de 2010

ÁGUAS TURBULENTAS

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O Querer e não Poder resolveu hoje, mais uma vez, chamar a atenção para um problema cada vez mais gritante no Mundo em que vivemos. A pobreza é o tema escolhido e, por muito que se fale, há sempre muito que fica por se dizer sobre este assunto preocupante. Os políticos do Mundo inteiro, procuram dar ênfase nos seus programas, à luta contra a pobreza, mas na realidade pouco ou nada fazem para contrariar este enorme problema social.
Este flagelo social mundial, não pode nem deve ser medido, utilizando-se conceitos pré estabelecidos por políticos que apenas conhecem o problema através de relatórios que muitas vezes não são acompanhados das verdadeiras causas que provocam determinados tipos de pobreza. Hoje em dia, este fenómeno não pode ser encarado como sinónimo de fome; de habitação deficiente; de analfabetismo; de falta de higiene. Estes factores são na realidade importantes na avaliação do estado de pobreza e, foi até há pouco tempo, os parâmetros suficientes para tal avaliação. Hoje, com o aparecimento de novos pobres, motivado pelo emprego precário; baixos vencimentos; Lei off e outras do género e principalmente o desemprego, estes novos pobres, cuja maioria está encoberta por vergonha já são um número muito maior que a pobreza conhecida e catalogada em países civilizados. Há pessoas, famílias inteiras que viviam do vencimento do agregado familiar e que bem orientado, era o necessário para a sua despesa mensal, de um momento para o outro, vêem-se no desemprego e sem qualquer meio de poder cumprir com as suas despesas. Estas famílias, não são analfabetas, não vivem em péssimas habitações, não andam sujas ou com o vestuário rasgado, (estigma do podre), mas para lá caminham por não ter como ganhar dinheiro com o seu trabalho honesto. Por se sentirem ainda válidos à sociedade, têm vergonha de pedir e, com a vergonha no rosto, vão durante a noite, às escondidas, aos contentores dos supermercados à procura de algo para comer e para levar para casa, para dar de comer os seus filhos. Aquilo que para a sociedade em geral já não serve, para eles é a diferença em ter o estômago vazio ou um pouco aconchegado. Entram na lei da sobrevivência. Procuram insistentemente trabalho, mas encontram pela frente dificuldades, devido à sua idade. Acima dos 40 anos, a idade e a experiencia, transformam-se em obstáculos em vez de serem uma mais valia. E assim, o trabalhador desempregado, que é velho para arranjar um novo emprego, mas que é novo para obter a reforma, de um momento para o outro, passa de remediado para pobre e vai mesmo caminhando em passos largos, para a pobreza extrema com o passar dos dias. Muitos por deixarem de pagar a sua casa, perdem-na e, como não têm emprego, ninguém os aluga outra residência, uma vez que não dão garantias e assim, nascem os novos pobres sem abrigo e a pobreza torna-se crónica sem que nada possam fazer. Em Portugal, não há actualmente qualquer freguesia, por mais rica que seja, que não tenha os seus pobres. No entanto, ainda há autarcas que negam haver pobreza na sua freguesia. A estes autarcas eu chamo bichos de gabinete, pois não conhecem a realidade do povo que vive na terra que têm obrigação de administrar. Não nos podemos admirar de haver em certas comunidades muito pobres, espalhadas por este Mundo fora, mães que procuram vender os seus filhos. Nem as podemos criticar sem saber ao certo qual o motivo que as levou a tal acto. O desespero, a ruína da família, leva à fome que é um problema muito sério e o amor de mãe embora enorme, não pode evitar o sofrimento. Assim, estas mães, com o coração despedaçado, preferem ver os seus filhos a serem criados por outros, e saber que os vão perder definitivamente, do que a vê-los morrer de fome. Isto é pobreza extrema, mas real e existe também em Portugal. As águas turbulentas que o país atravessa, dificilmente se tornarão calmas com políticas que prejudicam constantemente o trabalhador, sejam eles da função pública ou do sector privado. As grandes empresas e bancos, têm cada vez mais e maiores lucros e, o trabalhador que contribuiu para tais lucros, está cada vez mais pobre. Os políticos, depressa ficam ricos e o país cada vez mais pobre. Assim, o preço da democracia associada ao capitalismo, está a ser demasiado pesado para o povo trabalhador. O Querer e não Poder deseja que as águas turbulentas se tornem calmas rapidamente, para que o povo, já com os braços cansados do esforço feito para se manter à tona, possa respirar um pouco.

terça-feira, 9 de março de 2010

ACREDITAR -UMA PEQUENA HOMENAGEM AOS NOSSOS HERÓIS PARAOLÍMPICOS

Sabedoria - Recados Para Hi5

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O querer e não poder escolheu para hoje um tema que se encontra sempre actual. O trema “Acreditar” tem muito por onde ser desenvolvido, mas o querer e não poder vai apenas basear-se principalmente em aspectos físicos de seres humanos muito especiais. Ao ver desporto geral na televisão, sintonizei por acaso um canal que transmitia flashes dos jogos Paraolimpicos. Foi o suficiente para pensar que no querer e não poder, seria uma boa base para dar sentido ao tema acreditar. Estes atletas, seres humanos que fisicamente tudo indicava que deveriam sentir-se diminuídos, dão-nos aqui uma enorme lição de coragem, de acreditar que tudo é possível e que no ser humano, mais do que o físico perfeito, uma mente sã e uma vontade sem limites, é o tónico do grande sucesso. Acreditar ser possível, é acreditar em nós mesmos, independentemente das adversidades da vida. Ver um atleta competir em alta competição numa cadeira de rodas; ver um invisual correr e competir em torneios internacionais de atletismo, acompanhado de um guia; ver todos aqueles que nós apelidamos de deficientes, a querer dizer e mostrar serem iguais a nós! É algo de transcendente, algo de mágico, mas que não deixa de ser real. Estes seres humanos, forçosamente terão de ser os heróis de um povo e são principalmente a esperança de um mundo melhor. Pela lição que me deram, pela lição que todos os dias dão ao Mundo, aos Paraolimpicos e a todos os deficientes que todos os dias lutam por uma igualdade, apesar das dificuldades criadas pelos seus semelhantes, apenas o meu muito obrigado. Depois de ver uma prova desportiva dos nossos irmãos fisicamente diminuídos, todos os nossos problemas quotidianos desaparecem e leva-me a acreditar que o ser humano tem dentro de si a chaves da felicidade; o poder de vencer, de acreditar no amanhã; num Mundo sem egoísmos, sem vaidades, sem prepotências; enfim num Mundo muito melhor. Acreditar é também uma Associação de Pais e Amigos das crianças com Cancro. Vejam este Site. É muito interessante, vale a pena passar por lá.

segunda-feira, 8 de março de 2010

BULLYING

Emo - Recados Para Hi5

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Como prometido, o Querer e não Poder vai dar um aspecto geral deste fenómeno preocupante que se chama Bullying, algumas das suas causas e efeitos e a despreocupação que parece existir entre os governos em todo o Mundo.
O Bullying é um tema inglês utilizado para descrever actos de violência física e, ou psicológica, repetidas, com intenção e gratuitas, contra um determinado indivíduo. Analisado pelos psicológicos, o Bullying é caracterizado por três situações que no seu conjunto classificam a atitude como Bullying: 1º- Ter o comportamento agressivo; 2ª – Ser uma repetição constante; 3º - Haver desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas. Este fenómeno aparece na sociedade desde a altura em que a criança entra para o infantário e segue por ai fora, passando pela escolaridade obrigatória; Universidades e chega mesmo à política e ao emprego. Contudo o mais grave é precisamente na adolescência, na altura em que o ou a jovem chega ao ensino preparatório e secundário. É aqui que o Bullying aparece com maior frequência e se torna mais agressivo ao ponto de ser o causador de perdas de vidas humanas. O provocador normalmente é um aluno pouco aplicado, bem constituído fisicamente e com uma educação deficiente. E a vítima normalmente é o seu oposto. Este fenómeno, muito em voga desde a última década do século XX é uma contingência das políticas assumidas pelos governos, que tiram constantemente força aos professores, às autoridades policiais e aos Tribunais. Em tempos idos, o professor era respeitado pelos seus alunos e tinha a função, não só de ensinar, mas também de educar, uma vez que os pais, preocupados com os seus empregos, pouco ou nenhum tempo têm par educar os filhos. Os polícias eram respeitados precisamente pelo poder de reprimir os excessos que pudessem vir a existir e os tribunais, pelo facto de agirem no cumprimento da lei vigente. Hoje em dia, com a democracia mal orientada, os políticos fizeram leis para acabar com estes poderes. E o resultado está à vista de todos. O delinquente ganhou força, insulta e desobedece aos professores, insulta e enfrenta sem receio as autoridades e perdeu o medo aos tribunais, pois sabe que a lei o protege, não só por ser menor, mas acima de tudo por ser branda neste sentido. Ouve-se notícias constantes de professores agredidos por alunos; de polícias agredidos por delinquentes, juízes ameaçados em pleno tribunal, médicos a serem insultados e até agredidos no exercício das suas funções, de alunos a agredirem alunos, dentro das escolas, enfim. Tantas ilegalidades sociais que nos leva a questionar em que país vivemos. E o mais grave é que os políticos, sabendo disto, nada fazem. Estão mais preocupados com a oposição política e em manter o seu estatuto. Do que a combater este triste fenómeno. O Bullying já causa mortes e o que me indigna é ouvir associações de pais e escolas a dizerem perante tal tragédia, que tudo se tratou de uma brincadeira. Que pais responsáveis são estes? Será que se os familiares da vítima aplicarem a lei Salomónica também vão aceitar como brincadeira? Tenho a certeza que não. E aí, condenarão o agressor. O agressor em caso de bullying não é agressor por querer, algo o leva a isto. Este comportamento tem uma causa. E a causa principal é precisamente a falta de educação em casa. A vivencia no seio familiar. Ainda hoje existem pais que incentivam os filhos à violência dizendo por exemplo. “Se homem impõe-te”; “Não de deixes ficar”;”reage, mostra quem és”;”se um professor te “chatear”, diz-me que eu vou lá e ponho-o no seu lugar”. Isto leva os filhos a pensarem que podem agredir os outros, podem insultar os professores, pois têm sempre a protecção dos pais. Isto, mais cedo ou mais tarde leva ao Bullying. Julgo que chegou o tempo dos nossos políticos repensarem as suas decisões. Chegou o tempo de dar força aos professores, à autoridade, aos Tribunais. O Bullying não é praticado apenas na juventude, também é sentido na população mais idosa. A falta de respeito pelos idosos que leva mesmo ao ponto da agressão, é uma constante e isto é sinónimo de falta de educação, falta de bom senso, falta de respeito pelos outros. Não é democracia mas sim anarquia. Chegou o tempo da mudança séria, se quisermos ter no futuro não uma juventude rasca, como a generalidade do nosso tempo, mas sim uma juventude responsável que possa levar o Mundo a bom termo, O barco a Bom porto. Por parte do Povo honesto, respeitador, o tempo de dizer chega chegou. É bom que os políticos pensem nisto.

sexta-feira, 5 de março de 2010

O MEDO

bruxas - Recados Para Hi5


O querer e não poder, vai hoje abordar de uma forma sucinta como é seu apanágio, um tema que é muito comum na vida animal, principalmente no ser humano. O Medo. Na vida selvagem é muito comum a perseguição de um animal pelo seu predador. Embora há quem diga que estes animais irracionais não têm consciência, é evidente a situação de medo observado no animal, quando este se encontra na presença, ou proximidade do predador e esse medo, torna-se mesmo em pânico, na altura da perseguido, ao ponto da presa ficar insensível à dor causada por pequenos ferimentos e procurar escapar à morte a todo o custo. Aqui o medo é real, pois o animal sabe que se não fugir, vai ter a morte como certa. No ser humano, o medo manifesta-se muito cedo. A criança começa por ter medo do escuro, ter medo da solidão, procura constantemente a presença de um adulto para se sentir segura. Alem disto, há adultos que não têm consciência do mal que estão a fazer às crianças, quando os ameaçam com o bicho papão, com o velho do saco, com o polícia, enfim, com determinadas figuras que em nada ajudam no crescimento sadio da criança. Aqui faço um parêntese para contar um facto real. (Eu que sou polícia, agora aposentado, sabendo disto, quando andava na rua levava nos bolsos rebuçados. Quando me cruzava com uma senhora que trazia uma criança pela mão, contrariada por qualquer coisa, ao passar por mim dizia “Porta-te bem, não chores senão o polícia leva-te preso” Eu, de imediato aproximava-me da criança e dava-lhe um rebuçado ao mesmo tempo que lhe fazia uma festa na cabeça e dizia que o polícia era amigo. A mãe envergonhada pedia desculpas). Mas o mais importante é que tenha aprendido a lição. Não se educa uma criança incutindo-lhe medo. Na fase da adolescência, os medos são outros e frisando apenas alguns, sito: Medo dos pais quando uma nota escolar é menos boa; medo das almas do outro mundo; medo dos castigos; medo de perder os pais e de se sentir sozinha no Mundo e, o mais grave de todos, o medo de sofrer agressões físicas ou psicológicas por parte dos colegas. Este medo real tem o nome de bullying e por ser um tema muito sério, terá forçosamente um espaço próprio no Querer e não Poder. Tudo isto é medo real. Depois crescem, vão para a universidade ou para o mercado de trabalho e outros medos aparecem: medo de não ter trabalho ou de não conseguir um emprego estável; medos da situação económica, sobretudo se não são de famílias ricas; medo de constituir família, ter filhos e não os poder criar; medo de sair da segurança da casa paterna; enfim, outros medos reais dos quais muitos são transportados do passado recente e outros que surgem pelas expectativas de um futuro incerto.
O medo é um sentimento que proporciona um estado de alerta e que desperta uma reacção do organismo que pode provocar vários estados como por exemplo: Ansiedade; Depressão; Pânico, Fobia. Na Ansiedade a adrenalina acumulada acelera o sistema cardíaco e pode causar entre outros os seguintes sintomas: alergias; dores nas costas; rigidez dos músculos, espasmos; falta de ar; náuseas, etc.…Na Depressão, a pessoa sente-se triste, melancólica, com sensação de vazio, sem prazer, etc.…. Aqui, o medo já é considerado uma doença e o doente necessita de tratamento.
O Pânico, que pode ser considerado como sendo um medo repentino descontrolado que pode provocar uma crise de ansiedade, de depressão e outras. Se o pânico for provocado por uma situação real, o medo causado desaparece com o controlo da situação que o causou. Mas se for provocado por uma situação que não expresse um perigo real, é considerado uma doença e. como tal, deve ser tratada por médicos. A Fobia é o medo apresentado principalmente em três situações: Medo de estar em lugares públicos e não poder sair sem ser visto (Agorafobia); medo de estar a ser observado por outros (Fobia Social) e medo de objectos, animais ou situações concretas (Fobia Simples). Em termos de fobias, elas são tantas que existe fobias iniciadas por todas as letras do nosso alfabeto. Embora a fobia seja considerada uma doença, aqui destaco duas, as mais comuns ou conhecidas do povo, que não estão associadas a doença, mas sim a puro preconceito e, ou ignorância. Falo da homofobia que é caracterizada pelo ódio ou discriminação contra os homossexuais e a Xenofobia que é caracterizada pelo ódio ou discriminação racial, cultural ou a um determinado grupo. Por tudo o que foi dito e o muito mais que ficou por se dizer, quero apenas lembrar que o medo é muito mais sério do que muita gente pensa e, deve ser devidamente combatido desde o seu início. Os adultos, principalmente os pais e avós, devem ter sempre presente que às crianças não se deve incutir medo, mas sim responsabilidades.

quinta-feira, 4 de março de 2010

O HOMEM PREDADOR POR EXCELÊNCIA

Gatinhos - Recados Para Hi5

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O Ser humano julga-se dono do Mundo; age como se tudo fosse de sua pertença, esquecendo-se que apenas aqui se encontra de passagem e que apareceu muito depois de outros seres vivos. A passagem do ser humano por este planeta é até bastante breve. A arqueologia e os livros ensinam-nos que na pré-história o tiranossauro Rex era o grande predador. Matava o que lhe aparecia à frente dos olhos. Contudo, este lagarto tirano matava apenas para comer ou para proteger o seu território e, não há notícias de que matava os da sua própria espécie. Antes pelo contrário. Era bastante protector em relação às suas crias.
Nos tempos modernos, também o leão africano é conhecido como rei dos animais, precisamente por ser também um grande predador. Como é norma entre os animais chamados irracionais, também este mata por necessidade de alimento.Com o aparecimento do homem na terra, todos os grandes predadores deixaram de ter importância na hierarquia da vida, deixaram de ser vistos como terríveis, senhores absolutos, no topo da pirâmide. Esta classificação de predador por excelência foi resgatada pelo homem. Desde a época do seu aparecimento que o homem mata pelo prazer de matar. Não mata apenas seres vivos de outras espécies para se alimentar, mas o mais grave é que mata também os da sua própria espécie. Família contra família; pai contra filho; irmão contra irmão. A Bíblia relata e lembra-nos que foi sempre assim, desde os primeiros tempos, com a célebre história de Caim e Abel. Irmão mata irmão por inveja, por vingança, por maldade, por ciúmes, por desprezo, enfim, por pura ignorância. O homem moderno mata a seu belo prazer por satisfação. Parece ficção, mas infelizmente não é. É o que na realidade se passa com as caçadas. Tiram licença para matar. É o que se passa com as guerras, arranjam pretextos para matar.Até no desporto arranjaram uma maneira de matar, com o torneio de tiro aos pombos. Na necessidade de mostrar constantemente o seu poder, o homem mata até o seu semelhante, o seu familiar. E vai continuar a faze-lo até que a Natureza resolva por um fim. Pelo caminho que nós próprios traçamos e que teimamos em seguir, não há dúvidas que, assim como aconteceu com os dinossauros, também a Era do ser humano desaparecerá. Nessa altura, o predador por excelência, deixará de o ser e, não há nada que possa deter esta marcha evolutiva. Nenhum ser que mata os da sua própria espécie, poderá em tempo algum ser apelidado de inteligente, de perfeito. Quanto muito, de inteligente prepotente.A Natureza, procura e vai continuar a procurar o ser perfeito, até o encontrar.Nem que para isso, tenha de se renovar por vezes sem fim.

terça-feira, 2 de março de 2010

O ELO PARTIDO

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Nem tudo é perfeito. A corrente, tanto de aço, como de cristal, é ligada por elos. Quando um elo se parte, a corrente quebra-se e o encanto desvanece. Encanto desfeito por tão pouco, um quase nada. Qual a Causa? De quem é a culpa? Causa!..., culpa!..., o que interessa agora?!... Pôr como causa as circunstâncias do momento; culpar a insegurança gerada ou a cobardia!... Talvez seja demasiado violento. O elo partido poderá ter nascido com defeito!... O certo é que agora são duas pontas soltas à deriva. Como acorrentar o navio ao porto? Pode a esperança ressurgir?! Pode o elo voltar a ligar?! Quem sabe. Só o futuro dirá. O elo partido não tem lágrimas para chorar e apenas lamenta o infortúnio e aguarda com paciência e esperança, que uma solda bem feita solidifique o encanto partido e o faça alcançar um mundo melhor. O amor entre os elos, fortalece a corrente, mas o defeito de um deles pode acabar com o sonho de uma união desejada, ou simplesmente, pode levar as partes a alcançar a liberdade sonhada. O barco sem a corrente a prende-lo ao cais, anda ao sabor das ondas movimentadas pela força dos ventos, anda sem rumo, um destino incerto o espera. Será o princípio ou o fim de uma aventura? Quem ousa adivinhar?!..., o barco á deriva tem destino incerto, mas o elo partido, esse símbolo de união, fica no chão do cais abandonado. O seu destino é certo. Elo partido de nada serve e o encanto desaparece. A união dos seres humanos é muito parecida com a corrente. Os elos nesta relação são de puro cristal. Quando eles são fortes, a felicidade é sólida e duradoira, mas quando um elo se quebra, tudo se desfaz. O elo de cristal partido não tem reparação e o seu destino é o lixo. Apenas ficam as mágoas, as saudades do elo partido e aguardar que o tempo o faça esquecer. Quando o elo é fraco, depressa se quebrará e não deixa tempo para a saudade, para a recordação da união desfeita.DE qualquer das formas, o ser humano mais parte ou mais cedo, recuperará e do elo partido depressa se esquecerá. O barco à deriva, depois de recuperado volta ao cais e será amarrado com uma corrente de elos que o fixará, até ao dia que nova causa o faça quebrar e a união se desfará.

segunda-feira, 1 de março de 2010

PENSAMENTOS VOLÁTEIS – APOCALIPSE




Expressões * Mensagens e imagens!




Desta vez o Querer e não Poder, vai deixar o pensamento fluir livremente. Frases soltas ao vento A apanhar ideias diversas que possam fazer luz a este quotidiano terrestre. Ideias soltas, mas com nexo, com possíveis causas aparentes que a humanidade teima em procurar esquecer, para justificar os seus erros. O Mundo está numa constante mudança. Terramotos ali, tsunamis acolá, secas além, inundações aqui. São notícias constantemente referidas e preocupantes. O que o homem pode fazer? Nada. A Natureza corre o seu curso e é ela quem manda. Mas também, o pouco que o homem pode fazer, faz mal. Por isso o melhor é estar quieto e procurar respeitar mais a Natureza. Se um asteróide vier em rota de colisão com a Terra, o homem tem poderes para o deter ou desviar, mas contra a Natureza do próprio Planeta nada pode fazer. Que paradoxo este! Tão forte e tão fraco ao mesmo tempo. Aqui, onde a Natureza impõe as suas regras, o ser humano é apenas um espectador, mas que teima em querer contrariá-la, dominá-la, modificá-la. O Planeta terra gira à volta do seu próprio eixo, ao mesmo tempo que forma a sua órbita em volta do seu Astro principal. O Sol. O planeta não passa de uma bola mais ou menos esférica, um pouco achatada nos pólos, suspensa por forças ainda hoje desconhecidas na sua totalidade. Basta uma pequena inclinação para que o Caos apareça. Se isto vier a acontecer, como muitos cientistas prevêem e acreditam, será o fim da vida neste Planeta. Será o tão falado Apocalipse. Se a ciência tiver razão, que é o mais certo, o Planeta, este agora nosso Mundo, se erguerá das cinzas como uma Fénix colorida e a Natureza retomará o seu curso. Com outros seres, possivelmente até menos maldosos e mais inteligentes que nós, mas a mãe Natureza continuará a ditar as suas leis. A Bíblia fala-nos de um Apocalipse, a ciência mostra-nos que o Planeta está a inclinar o seu eixo. Mais tarde ou mais cedo a profecia se concretizará e o homem que é pó, em pó se tornará.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

SONHAR É TÃO BOM COMO MAU

Sonhos - Recados Para Hi5

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Sonhar é um impulso de desejo não controlado pelos animais, racionais ou irracionais. No ser humano o sonho normalmente é uma vontade consciente, não concretizada ou mal resolvida e que o homem procura no inconsciente levado pelo sono, lembrar e concretizar sem receios, quando o assunto é agradável. No caso contrário, quando a situação é desagradável, o homem procura dentro do mesmo inconsciente, com uma luta terrível, que a situação não se concretize. Aqui, o sonho toma o nome de pesadelo. No animal chamado por nós como irracionais, também o sonhar com o agradável ou com o desagradável, é uma realidade. Contudo há cientistas que dizem que este fenómeno, nestes seres, é uma vontade inconsciente. Sonhar com o agradável é tão bom que leva o sonhador a ter uma boa disposição ao acordar e a fazer projectos para o futuro, Mas quando o sonho se torna pesadelo, além de acordar com má disposição, poder-lhe-á ser um tormento para o resto da vida

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

SEXO O MOTOR DO UNIVERSO

Sensuais - Recados Para Hi5

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No início do aparecimento da vida na Terra, as primeiras formas de vida eram unicelulares e hermafroditas, mas assim que a Natureza reclamou uma evolução, apareceu o sexo masculino e feminino separadamente. Embora ainda hoje haja Seres hermafroditas, sem estas duas vertentes, sem estes dois pólos contrários, a vida humana não vingava, não havia evolução das espécies.
Segundo a Bíblia, Deus criou o homem à sua imagem e semelhança. Depois viu que ele estava muito só e ofereceu-lhe uma companhia, a mulher. A partir deste momento, automaticamente surgiu o sexo humano como atracção carnal e o homem se multiplicou. Aqui, é bem evidente que sem sexo a vida na terra simplesmente não existia tal e qual como a conhecemos. Contudo, em termos humanos o sexo animal irracional não resulta na criação de uma comunidade. Para isto, é necessário associar o importante sexo a duas outras vertentes humanas também muito importantes. A Amizade e o Amor. Esta associação tripartida teve o seu percurso. Para se colher o fruto é necessário cultivar a terra, prepará-la, adubá-la, convenientemente, plantar a árvore, cuidar dela para que dê bom fruto. Isto também é aplicado nas relações entre os Seres Humanos. Querer uma amizade ou um amor sem o cultivar é querer o impossível. Sem contacto, sem uma convivência próxima não há amizade que sobreviva e sem amizade não existe amor. O amor nasce da continuidade de contactos, dos quais o físico (sexo) é muito importante. Não aparece por magia, não aparece por acaso e não sobrevive sem cedências de parte a parte. O amor à primeira vista é uma utopia. Como o amor, também a amizade deve ser mantida com contactos permanentes, sem mágoas sem ressentimentos. A verdadeira amizade é aquela que vence as adversidades da vida e o verdadeiro amor é aquele que perdoa, que aceita sem entraves os defeitos e não procure com a relação, ganhar vantagens ou benefícios rápidos. Tanto na amizade, como no amor, o velho ditado “Quem tudo quer, tudo perde” é bastante bem aplicado.
A juventude dos anos sessenta tinha um lema que hoje, mais do que nunca, se mantém actualizado. “ A amizade é a fonte que alimenta o amor e o sexo o seu alimento predilecto”. O sexo faz parte da lei da vida, é o motor da evolução das espécies, é o alimento do Mundo. O amor é o garante de uma relação e a amizade o seu suporte.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

UTOPIA




Imagens para hi5


Voltando atrás nos temas, vamos encontrar na Globalização um sonho que passa pelas cabeças de muitos, mas impossível de se realizar. Não deixa de ser utópico querer fazer a globalização mundial em todos os sentidos. Querer fazer da Terra um planeta de um só povo, uma só Nação é o mesmo que acreditar no Amor á primeira vista ou que é possível acabar com a fome no Mundo. Tudo não passa de uma utopia, mas se tivermos em conta a religião e a ideia de que Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, então tudo é possível. E neste tudo, também se engloba um só Planeta, um só Povo uma só Nação. Se olharmos para o lado da ciência e no conceito de que a vida apareceu na Terra com a grande explosão (Big Bang), a que se seguiu depois uma evolução das espécies, então também aqui tudo é possível. A evolução das espécies em termos futuros levar-nos-á a pensar no planeta, num só Povo, uma só Nação. Em ambos os casos é utopia pela certa. Assim como é utopia pensar que somos os únicos seres vivos no Universo. Olhando para o Espaço, verificamos que aqui também a utopia se aplica. Em termos religiosos, é utópico pensar que Deus fez milhões e milhões de planetas e estrelas e tenha escolhido somente a Terra para ser habitada. Então para que fez os outros? Também no sentido científico, não deixa de ser utópico querer que o Big Bang, com as suas causas e efeitos, apenas aconteceu na Terra, tendo em conta os milhões e milhões de Galáxias, estrelas e planetas existentes e em movimento permanente por este infinito Cosmo. Assim, outras questões se levantam. Será que é utópico acreditar em extraterrestres? Se não! Qual a razão de sermos únicos? Se sim! Será que também os outros planetas, possivelmente habitados são compostos por vários povos? Será que se matam uns aos outros como nós? Ou serão mais inteligentes e evoluídos ao ponto de serem um só Planeta, um só Povo? São perguntas que gostaria de ver respondidas, mas que é utópico esperar por uma resposta. Assim como é utópico esperar que o ser humano deste nosso Planeta tenha vontade de acabar com a pobreza.

DEUS E AS VÁRIAS TENDÊNCIAS RELIGIOSAS NO MUNDO. V PARTE

Trechos da Bíblia - Recados Para Hi5

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O povo Asteca – Era um povo que vivia na região hoje chamada de México e, embora não tivessem propriamente dita uma religião, praticavam um culto politeísta e os deuses mais importantes, eram relacionados com o Sol e com a Agricultura. Faziam sacrifícios humanos ao deus Sol, pois acreditavam que o sangue humano derramado na terra é que fazia o Mundo girar. O seu principal deus “Quetzaecóatl” tinha a forma de uma serpente emplumada.Foi também encontrado nos templos astecas, o culto a um deus sem rosto, que não tinha qualquer representação em forma de ídolo, apenas no local das cerimónias havia uma torre. Este deus que os historiadores acreditam relacionar-se com o Deus dos nossos dias, era apelidado pelos astecas como “Aquele, graças a quem nós vivemos”.
O Povo Maia – O território Maia situava-se no local hoje conhecido por Honduras; Guatemala; El Salvador e Sul do México. Pouco se sabe da Religião Maia, mas tudo leva a crer que eram politeístas, embora os deuses Maias não eram entidades separadas, todos os deuses tinham origem num só, mas com cultos diferentes conforme a época do ano e ás situações que melhor se aplicava a esse deus. Esta cultura e cultos, foram absorvidos pelos Astecas.
O Povo Inca – Era um povo cujo território abrangia toda a costa da Amarica do Sul, banhada pelo Pacífico.(Equador, Colômbia, Peru, Bolívia, Argentina e Chile). Um um povo politeísta extremamente religioso e tinham como divindades principais, o Sol e a Lua. O deu Sol era o mais adorado e considerado deus masculino e acreditavam que o Rei era seu descendente directo. Também acreditavam no Bem e no Mal. O Bem representava a luz do Sol e a chuva que favorecia a agricultura e o Mal representava a seca e a guerra. O Povo Inca não fugia à regra de então e também fazia sacrifícios humanos para o bem da Terra e do Povo. Acreditavam na reencarnação e que os bons depois da sua morte. Iriam viver num local ao calor do Sol, enquanto os maus, iriam viver eternamente na Terra fria.
O Povo do antigo Egipto – Os antigos egípcios adoravam vários deuses aos quais atribuíam poderes super – humanos, com terem a capacidade de estar em vários locais ao mesmo tempo, assumindo várias formas e interferirem directamente na Natureza e na vida humana. Rá era o deus do Sol de quem o Faraó descendia. Assim, este também era considerado deus. Mas o maior culto era ao deus Osíris deus da vida alem morte, casado com a deusa Íris, deusa do amor de quem teve um filho Hórus, deus dos Céus. Há historiadores que acreditam haver aqui, uma conexão com a Santíssima Trindade do Cristianismo. (Julgo ser apenas ideias dos ateus).
Não podia acabar este vasto tema sem falar, ou apenas referir as antigas civilizações como os Persas; Os Cartagineses ou fenícios; Os Gregos e os Romanos. A antiga Persa tinha uma religião politeísta. O seu principal profeta foi Zaratustra que pregava a adoração dois deus principais, o deus do bem que se chamava Ormuz e era representado pelo fogo e o deus do mal, que se chamava Arimã e era representado por uma serpente. Actualmente os persas, hoje o irão, têm como religião o Islão. Os Cartagineses também eram politeístas, mas entre os vários deuses, destacava-se o deus Baal a quem faziam sacrifícios humanos, principalmente de crianças e, a deusa Tamit que era considerada a senhora de Cartago. Os gregos e os Romanos que cultivavam também o politeísmo. Um para cada coisa. A crença era muito parecida entre um povo e o outro, apenas diferenciava no nome dado aos vários deuses. Aqui apenas vou referir o mais importante que eles apelidavam de deus dos deuses. Na Grécia chamava-se ZEUS e em Roma JÚPITER O querer e não poder aqui apenas fez uma muito ligeira abordagem sobre este tema e nada mais.
Em termos de conclusão e, numa primeira análise quero acreditar que em todas as religiões, cultos e crenças, exista apenas um só Deus, embora em várias culturas, por haver vários cultos, leve a crer haver vários deuses. A mim parece-me não ser válido essa maneira de ver, pois em todas as culturas ditas politeístas, havia um Deus que era superior a todos os outros. O Deus dos deuses. Se olharmos apenas aos cultos, também na religião cristã, principalmente no catolicismo, isso se passa. O culto de vários santos e santas e principalmente à Virgem Maria que aparece com vários nomes, não pode ser confundido com o culto a Deus. Deus é único e ponto final. Os outros, embora se chamem deuses, não passam de simples santos.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

DEUS E AS VÁRIAS TENDÊNCIAS RELIGIOSAS NO MUNDO IV PARTE

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ORTODOXIA – Têm as mesmas origens que o catolicismo, mas a partir do sétimo Concílio Ecuménico, deu-se a separação por divergências de ambas as partes. Os ortodoxos são os cristãos do Oriente e apenas aceitam como válido os sete primeiros concílios Ecuménicos, nos quais houve a participação de todas as Igrejas Cristãs. Os cinco Patriarcados. Os ortodoxos consideram-se os verdadeiros Cristãos, seguidores da doutrina de Cristo e criticam Roma, por esta ter, segundo eles, criado um conceito diferente do que é a vida e a missão da Igreja. Não reconhecem o Papa, Bispo de Roma, como chefe universal da Igreja. Acusam-no de actuar como senhor todo-poderoso de uma Igreja que não lhe pertence. Dizem que a Igreja Cristã na altura da separação, era composta por cinco patriarcados tradicionais e o Bispo de Roma era o Patriarcado do Ocidente “ Primeiro entre os seus iguais” e não superior ao ponto de querer chefiar a Igreja Universal. Consideram como único e insubstituível chefe da Igreja, Jesus Cristo e não o Bispo de Roma. Também não reconhecem o pecado original de Adão e Eva, como hereditário, uma vez que o pecado não é de Natureza como diz Roma, mas sim pessoal. Cada ser humano comete os seus pecados, não os herdam. Estas, no meio de outras mais, são a causa das divergências entre as duas Igrejas cristãs.
Protestantismo – Nasceu de dissidentes da Igreja Católica, motivada pelas reformas que certas igrejas, principalmente da Alemanha, liderada por Martinho Lutero, apoiado por vários nobres europeus, pretendiam que fossem feitas no Catolicismo. Com a recusa da Igreja em fazer tais reformas, os protestadores romperam com a Igreja e formaram o protestantismo. As principais divergências são motivadas pela interpretação da Bíblia no tocante à adoração dos Santos que segundo dizem não é um ensinamento Bíblico, assim como a veneração de Maria. Também discordam da confissão, dizendo que os pecados são perdoados directamente por Deus, sem qualquer mediador ou intermediário. O Homem não tem nada de confessar os seus pecados a outro homem, mas sim directamente a Deus. Quanto à salvação da alma, é entendida como um dom gratuito de Deus. O seguidor de Lutero mais conhecido foi João Calvino. Calvino era mais moderado do que Lutero, embora rejeitasse tudo que não pudesse ser justificado pelas Escrituras Sagradas.
Anglicanismo – A Igreja Anglicana é uma igreja estabelecida na Inglaterra e é mais um ramo dissidente do catolicismo. Esta separação deu-se por cerca de 1534 na altura que era rei de Inglaterra o soberano Henrique VIII e Clemente VII papa em Roma. O rei casado com Catarina de Aragão pediu ao papa a anulação do seu casamento para assim poder casar novamente com Ana Bolena, alegando que Catarina era estéril e não podia dar-lhe um herdeiro. Este pedido foi negado pelo Papa e como represália o Rei decretou a separação das igrejas, formando assim o Anglicanismo que tinha na figura do Rei o seu chefe supremo. Este rei acabou por se casar por seis vezes. Hoje o soberano Inglês, (Rainha Isabel II) ainda é o chefe supremo desta Igreja.
Testemunhas de Jeová - è mais uma comunidade que se assume como religião não – trinitária. Que quer dizer não reconhecer a Santíssima Trindade. Adoram exclusivamente Deus a quem chamam “JEOVÁ” e são seguidores de Jesus Cristo, tendo com base da sua doutrina, exclusivamente a Bíblia. Esta comunidade é conhecida pela sua grande persistência na evangelização de casa em casa e nas ruas.
Outras Igrejas – Para além das já faladas, ainda existem outros cultos, de menor importância em termos de número de crentes e dos quais, destaco os Adventistas, e entre estes, o mais importante talvez seja os Adventistas do sétimo dia. Este culto baseia-se na crença do Advento e aguardam como certo, a segunda vinda de Jesus à Terra. Dizem que a volta de Jesus será bem visível e gloriosa com o fim de aniquilar os pecadores e resgatar os justos. Guardam o sábado como dia santo que é dedicado ao descanso uma vez que Deus fez o Mundo em seis dias e no sétimo descansou.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

NATUREZA II (Haiti e Madeira)

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No meu tema Natureza dizia que o homem quer controlar as suas forças, mas não é capaz. Infelizmente mais uma vez a Natureza vem mostrar que é mais forte. O que se passou na Madeira é mais um aviso da grande força da Natureza. È já hora do Ser humano saber quem realmente manda em quem. O homem rouba, explora a Natureza ao seu belo prazer, mas chegará a altura que a Mãe Natureza reclamará o que lhe pertence. Roubam terrenos ao Mar; aos rios e ribeiras, ocupam montes e vales sem ordem, devastam florestas. Enfim, em nome do progresso e da economia, destroem a Natureza. Estes actos têm mais tarde ou mais cedo o seu custo, e a Natureza mais tarde ou mais cedo cobrará e, faz lembrar ao homem. “És pó e em pó de tornarás”. Não quero dizer que foi isto que aconteceu na Madeira. Quero apenas lembrar o que o homem faz por este Mundo fora. Muito recentemente a fúria da Natureza escolheu o Haiti, agora aqui mais perto, a nossa querida Madeira. Onde será a próxima? Ninguém sabe, ninguém prevê, mas uma coisa é certa, infelizmente vai continuar a acontecer e contra a força da natureza não vale a pena lutar. Ela vence sempre. Resta-nos lamentar os mortos, confortar os seus familiares e dar apoio àquele povo que bem merece. Os prejuízos causados nas infra-estruturas do território e nos bens materiais dos habitantes, não é nada comparado com a perda de vidas humanas. Essas sim, são perdas irreparáveis.VAMOS TODOS APOIAR A NOSSA PÉROLA DO ATLÂNTICO.

DEUS E AS VÁRIAS TENDÊNCIAS RELIGIOSAS NO MUNDO III PARTE

Jesus - Recados Para Hi5

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Judaísmo – è uma religião monetarista, seguida principalmente em Israel, embora haja focos também nas repúblicas que compunham a antiga União Soviética. Esta foi e é até aos dias de hoje, a religião que teve um maior número de crentes assassinados por razões políticas e, ou religiosas e que ficou na história conhecido como o Holocausto Nazi. Segundo a sua história, esta religião foi ordenada pelo Criador (Deus), directamente ao pai do Judaísmo, o patriarca Abraão. Contudo, historiadores independentes crêem que o Judaísmo nasceu da fusão e evolução de mitologias, crenças e costumes tribais que vêm do tempo de Adão. O judaísmo tal e qual como o Mundo o conhece, tem actualmente três movimentos: O conservador; o Ortodoxo e o Reformador. O movimento Conservador admite a ideia de que o desenvolvimento da cultura judaica, pode ter influências de outras civilizações, mas sem perder as suas características próprias. Os praticantes deste movimento são obrigados a obedecer a todos os ensinamentos do Judaísmo. O movimento Ortodoxo é o mais radical dos três e tem como base a observância rigorosa dos costumes e rituais primitivos e tradicionais, segundo a” Tora” e o “Talmude”. “Tora” é o conjunto dos cinco livros sagrados do Judaísmo que segundo a tradição, foi entregue por Deus a Moisés no Monte Sinai. “Talmude” é o conjunto de todas as regras e leis do Judaísmo. O movimento reformista é o que dá maior abertura e defende a introdução de novos conceitos e ideias nas práticas judaicas, com o fim de adaptá-las ao momento actual. É um movimento crescente dentro do Judaísmo.
Cristianismo – Nos primeiros tempos da era Cristã, o Cristianismo encontrava-se dividido em cinco Patriarcados tradicionais, apostólicos: Patriarcado de Roma ou do Ocidente; Patriarcado de Constantinopla; Patriarcado de Alexandria; Patriarcado de Antioquia; Patriarcado de Jerusalém. Nos primeiros anos da era Cristã, foram feitos sete Concílios Ecuménicos. O Imperador Constantino I de Roma que se converteu ao Cristianismo, reuniu no ano 325 em Niceia o primeiro concílio ecuménico, onde se definiu a Divindade de Jesus Cristo. Em 381 foi feito o 2º em Constantinopla, onde ficou definido a Divindade de Jesus, como o Espírito Santo e também a divisão das Pentarquias. Em Éfeso, no ano 431, foi a vez do 3º Concílio onde ficou decidido a Divindade de Maria, mãe de Jesus. Na Calcedónia em 451 realizou-se o 4º, onde se confirmou a dualidade da natureza em Jesus Cristo. Natureza Humana e Natureza Divina. Até à divisão da Igreja do Ocidente e a do Oriente, ainda foram feitos o 5º e o 6º novamente em Constantinopla e o 7º em Niceia, onde se decidiu a veneração de imagens. Depois destes a Igreja de Roma fez outros, num total de 21, sendo o 21º Concílio Ecuménico, o último, e ficou conhecido como Vaticano II, feito pelo Papa Paulo VI. Actualmente o Cristianismo tem vários ramos que são: Catolicismo: Ortodoxia; Protestantismo; Anglicanismo e Testemunhas de Jeová, todas elas com o culto ao DEUS único. O Catolicismo embora considerando o velho testamento como parte integrante da sua religião, centra a sua crença principalmente na vida e ensinamentos de Jesus de Nazaré (Jesus Cristo), considerado e reconhecido não só como filho de Deus, como também o Espírito Santo e Pai, uma vez que a Santíssima Trindade Pai, Filho e Espírito Santo é um só Deus. O Catolicismo, como já foi dito, tem a sua origem inicial na velho testamento que respeitam e seguem os seus ensinamentos, como profecias que preparam na vinda do Messias o Salvador do Mundo. E acreditam que o Messias falado nas escrituras é Jesus de Nazaré.Com o nascimento de Jesus, O Messias, abre-se uma nova Era na religião. O Deus todo-poderoso e vingativo do Velho Testamento é transformado por Jesus e pela sua própria Divindade num Deus todo-poderoso, Senhor do Céu e da Terra, Criador de todas as coisas, mas PAI. E por isso, como pai, é bondoso, é misericordioso, é complacente. Com estes novos ensinamentos, feito em grande parte por Parábolas Jesus cria o novo Testamento que é depois seguido pelos seus apóstolos, marcando assim uma Nova Era, não só no Cristianismo, como também no Mundo. Jesus terá nomeado o Apóstolo Pedro como seu representante na Terra, com o título de Papa. Assim permanece até hoje, sendo todos os Papas que já existiram e os que vierem a existir, vistos como representantes e seguidores de Pedro. Os católicos têm a sua sede no Vaticano, Roma. CONTINUA

sábado, 20 de fevereiro de 2010

DEUS E AS VÁRIAS TENDÊNCIAS RELIGIOSAS NO MUNDO II PARTE

Imagens De Cristo - Recados Para Hi5




Hinduísmo – É uma religião politeísta muito antiga na Índia, embora considere que os vários deuses são manifestações de um mesmo espírito, “Brama”. Esta religião tem como pensamento religioso de que a paz e a felicidade espiritual só podem ser alcançada através de uma disciplina física mental, o “Ioga”. Ainda hoje, o Hinduísmo rege-se por um sistema de castas, umas superiores às outras, conforme o seu nascimento. A pessoa que pratica o bem, ao renascer sobe para uma casta superior e se pratica o mal é ao contrário. Aqui, se estiver na casta mais baixa e praticou o mal, renasce como animal ou planta.
Sikhísmo – É uma religião monoteísta que tem a sua incidência na região actualmente dividida entre o Paquistão e a Índia. Para os Sikhs, Deus é único, eterno e sem forma. Foi o criador do Mundo e dos seres humanos e deve ser adorado pelo homem. Acreditam no renascimento e no “Karma” que tem duas vertentes: - O Positivo que gera frutos positivos e permite alcançar uma vida melhor. O Negativo gera frutos negativos que levam á infelicidade. Os seres humanos que morrer com o “Karma” positivo nascem cada vez mais puros, enquanto os de “Karma” negativo renascem cada vez mais impuros e podem mesmo virem a nascer como animal ou planta.
Esta religião baseia-se apenas em três pilares: - 1º - Manter Deus presente em todos os momentos; 2º - Alcançar o sustento através de trabalho honesto; 3º - Partilhar os frutos do trabalho com aqueles que necessitam. Assim, podemos considerar que o Sikhísmo, além de uma religião é essencialmente uma filosofia de vida.
Xintoísmo – É a religião tradicional do Japão, hoje em dia absorvida em parte pelo Budismo. Esta religião, caracteriza-se pelo culto à Natureza e aos Ancestrais. É politeísta, mas tem como principal deus, a deusa do Sol,”Ise”.Ainda hoje, no Japão, populares praticam as duas religiões em conjunto. O Xintoísmo e o Budismo.
Islamismo – A religião do Islão, é monoteísta e tem várias fracções, embora só duas são importantes:
O Islamismo Sunita e o Xiita. Os Sunitas são actualmente a maior fracção e seguem a Suna “Caminho da Vida” do profeta Maomé. Na história das religiões é a que mais rapidamente conseguiu adeptos, tendo-se propagado pela Ásia, África e Europa principalmente e, hoje, encontra-se espalhada por todo o Mundo. Os sunitas baseiam a sua religião no Alcorão e na Suna, sendo o Alcorão o seu livro sagrado e que é a palavra de Deus, revelada pelo profeta Maomé. A Suna é o caminho traçado pelo profeta. O Islão tem Meca, cidade da Arábia Saudita, com sagrada e dizem que todo o bom crente, tem obrigatoriamente de fazer uma peregrinação anual a Meca.
Os Xiitas, também chamados discípulos de Ali que é genro de Maomé, casado com a sua filha Fátima. Os Xiitas não aceitam os sunitas, porque dizem que só os verdadeiros descendentes do profeta, podem ser Imãs e ignoram todos os outros. Actualmente este ramo do Islão tem várias fracções entre elas encontram-se os Xiitas dos doze Imãs, os Ismaelitas e os Zaiditas. Todo o Islamismo é assente em cinco pilares que são: 1º - Recitar e aceitar o Crédito do Islão; 2º - Orar cinco vezes durante o dia; 3º - Pagar esmola; 4º - Observar o Jejum no Ramadão; 5º - Fazer peregrinação a Meca. Quero aqui salientar, que tanto o Islão, como a Judaísmo e o Cristianismo, têm como primeiro profeta Adão. Isto julgo eu, quer dizer que todas as actuais religiões monoteístas, tiveram o mesmo início. CONTINUA

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

DEUS E AS VÁRIAS TENDÊNCIAS RELIGIOSAS NO MUNDO. I PARTE

Imagens De Cristo - Recados Para Hi5

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Anteriormente, o querer e não poder falou na Globalização e hoje vai tentar fazer um resumo, muito resumido mesmo, de um tema onde a globalização não entrou e poucas ou nenhumas hipóteses tem de entrar. A Religião.
Por ser um tema que mesmo resumido é bastante grande, vai ser dividido em partes.
Como todos sabemos, no Mundo há várias religiões, cultos e Crenças e para iniciar este tema, o querer e não poder vai aqui dar um cálculo aproximado do número de crentes que cada uma delas tem.
O Cristianismo --- 2100 milhões; O Islamismo --- 1500 milhões; Ateus e Agnósticos ---1100 milhões; O Hinduísmo --- 900 milhões; Regiões populares Chinesas ---405 milhões; O Budismo ---379 milhões; Religiões populares Africanas --- 100 milhões; Sikhismo --- 25 milhões; O Judaísmo --- 14 milhões; O Espiritismo 15 milhões. Inclui aqui os Ateus e os Agnósticos que embora não sejam uma religião, têm a ver com este tema.
Candomblé - É uma religião monoteísta, embora o Deus aqui tenha vários nomes como “Ketu; Bantu; Jeje, etc.”, mas é um Deus único. Esta religião tem por base a alma da Natureza. È uma religião implantada principalmente no Brasil e nasceu de várias crenças levadas pelos escravos africanos e implantou-se, como uma “sinónimo” de liberdade por cerca de 1888, com o fim da escravatura no Brasil. Tem como sacerdotisa uma mulher que anda sempre vestida de Branco e é chamada a mãe do Santo. A sua santa (Orixá) talvez mais venerada tem o nome de Yemanjá, mãe dos homens e dos peixes e é materializada como uma sereia. Em certos lugares menos evoluídos, os xamãs são chamados de curandeiros e, ou feiticeiros.
Espiritismo – É formado por um conjunto de crenças que acreditam na existência de um espírito imortal que pode estar entre os vivos ou não, admitem vidas sucessivas (reencarnação) e a comunicação entre os vivos e os mortos, através de um médium. È salientado por estes crentes, que médium não é quem quer, mas sim quem recebe o dom que normalmente é dado por um Protector ou orientador (padrinho) que pode ser um Santo, um Arcanjo ou até mesmo um outro ser, não excluindo uma personalidade humana já falecida. É uma crença que tem uma grande aceitação em certos sectores da população e está enraizada em todos os países do Mundo. Hoje em dia é raro não haver em cada cidade, um centro espírita, sem contar com os chamados bruxos populares ou videntes.
Ateísmo – Embora não seja considerada uma religião, porque não acreditam em qualquer personalidade divina e não terem qualquer culto, é aqui referido por estar de um modo ou de outro, ligado a este tema. Este termo ateísmo é de origem grega e é aplicado aquele que acreditam não haver Deus ou deuses e que tudo foi formado pelas leis da física, depois da grande explosão (Big Bang).
Agnóstico – É uma filosofia ateísta que acredita ser o conhecimento a única fonte válida como prova. Sem o conhecimento, sem uma base científica, não há crença que seja verdadeira. E como não há conhecimento cientificamente provado da existência de Deus, logo Ele não existe.
Budismo – É uma doutrina baseada nos ensinamentos deixados por Buda. Buda quer dizer Iluminado. Esses ensinamentos são: - Evitar o mal; Fazer o Bem e cultivar a própria mente com o fim de atingir o Nirvana (Paz absoluta). No estado de Nirvana não há paixões, ego ou reencarnações. È uma religião praticada principalmente na China, Japão e Vietname, mas está espalhada por outros países asiáticos.
O Budismo em certas regiões da Ásia absorveu no seu seio as regiões locais como o confucionismo na China e o Xintó no Japão. O Xintó é um culto com várias multiplicidades de divindades. O Budismo também é considerado como uma filosofia de vida. Tem várias ramificações. No Tibete, (Budismo Tibetano), o Chefe supremo O Dalai Lama é chamado de “Kundun” “Presença” é considerado santo ou mesmo o “Deus Vivo”. Os tibetanos acreditam que a alma do Dalai Lama na altura da sua morte, reencarna numa criança que nasceu no mesmo momento da do Santo. E assim, renasce o novo Dalai Lama que, embora o corpo seja outro, a alma é sempre a mesma desde o início. CONTINUA

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

MARKETING – CAUSAS SOCIAIS - INTERNET




Ditados Populares - Mensagens e imagens!



O querer e não poder vai hoje procurar abordar um tema muito útil e controverso, o Marketing. Há entendidos que definem Marketing como “ a parte do processo de produção e de troca que está relacionado com o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor”. Outros acrescentam que é “a criação de produto que emprega a comunicação e entrega de produtos ao cliente e administra o relacionamento com eles”. Estes bens e produtos, não são apenas mercadorias na essência da palavra mais conhecida. Mas também a criação como produto de venda, da imagem; o lançamento de ideias; de programas culturais, sociais e de pura diversão; etc.… Podemos dizer e aceitar que Peter Drucker foi o pai da difusão do Marketing, ao escrever na década de 1950, o primeiro livro sobre o assunto. Aqui sublinhei difusão porque o marketing já existe desde os tempos da troca directa de produtos, feita pelos nossos antepassados, muito antes da invenção do dinheiro. Todos procuravam valorizar os seus produtos, para conseguirem assim adquirir maior quantidade do outro produto na troca. Isto é Marketing na verdadeira raiz da palavra que em português poder-se-á traduzir por TÉCNICAS DE VENDA OU MERCADOLOGIA.
No meu tempo de estudante e, no curso que tirei, havia uma disciplina que se chamava mesmo assim. Técnicas de venda, onde se aprendia, para além de outras coisas, maneiras honestas de valorizar os produtos para levar o consumidor a comprarem sem qualquer pressão o produto em causa. Isto é marketing honesto. Hoje, o Marketing é muito mais agressivo e, é o grande causador do consumismo cada vez mais descontrolado que leva ao endividamento das famílias. Depois do livro lançado por Drucker, o marketing teve várias evoluções das quais destaco o MARKETING DE CAUSAS SOCIAIS. Este marketing surgiu na década de 70 (1970) e é a técnica utilizada pelas empresas, para promover os seus produtos, tendo como base, uma causa ou comportamento social. Existe uma diferença entre Marketing social e Marketing de causas. No Marketing social, o principal impacto é a transformação da sociedade, ou dos seus hábitos, onde a empresa está inserida. Dou Como exemplo: Uma determinada marca de pasta dentífrica resolve fazer uma campanha publicitária: “Levar as pessoas a ter hábitos de higiene, lavando os dentes ao acordar, depois das refeições e ao deitar”.(transformação dos hábitos) Os Marketing para as causas sociais, os benefícios, os retornos financeiros são direccionados para a empresa. Continuando com o exemplo anterior: “ Para lavar os dentes é necessário uma pasta dentífrica, logo quanto mais lavar mais gasto e mais pasta tenho de comprar”.(Benefício económico para a empresa). Cada vez mais os consumidores procuram apoiar as empresas que se identificam com uma determinada causa social. Contudo, se levarmos em conta que as empresas não dão nada de graça, surge a pergunta muitas vezes feita. “ Será justo uma empresa utilizar uma causa social para promover os seus produtos?” Quando uma empresa utiliza o marketing das causas sociais para aumentar os seus rendimentos, não pode de maneira nenhuma ser considerada benfeitora, pois ao fazer isto, está a atingir os fins sem olhar aos meios utilizados. Isto de ganhar dinheiro à custa de uma causa social ou saúde pública, pode ser certo a nível económico, mas é altamente errado a nível social e humano. A ética, a moral e os bons costumes não são compatíveis com a função de gestores no julgamento das causas sociais. Deixemos pois o social ser julgado por formados em áreas sociais e deixemos os formados em gestão nas áreas económicas. É sabido que, se o consumidor souber que um determinado produto contribui para uma causa social, não se importa de pagar esse produto mais caro. Assim, a empresa ganha mais e o consumidor é que na realidade ajuda a causa social. Mas o marketing faz pensar precisamente o contrário. E a empresa é que continua a levar todos os” louros”. Para melhor compreensão, faço aqui uma comparação. O Marketing para as causas sociais é igual a uma senhora vestida com casaco de peles a fazer campanha a favor dos animais. Contudo, como é óbvio, os consumidores são livres de escolherem o que querem. E isto inclui também as empresas com as quais mais se identificam. Na promoção da imagem, a imagem de voluntário de causas sociais é muito apetecida, principalmente na classe média alta e Alta. Nesta causa sempre nobre do voluntariado, que deve ser feito como causa social sem interesse ou benefício próprio, o marketing, apenas tem aceitação como veículo de angariação de bens, exclusivamente dirigido ao necessitado. Há notícias comprovadas, principalmente nos países ditos do terceiro Mundo e não só, que os bens angariados por doação, são aproveitados em proveito próprio de quem tem a missão de os distribuir gratuitamente e, muitas vezes até, são vendidos por entidades corruptas, aos verdadeiros necessitados. O marketing que foi criado, como tudo, com boas intenções, é muitas vezes aproveitado também, para mal.
.Hoje, com a internet, apareceu uma evolução diferente, o Marketing de Busca ou Digital, que é já parte essencial da rotina dos navegantes da internet. O marketing hoje em dia é parte essencial também na televisão, na rádio, no cinema, nos grupos sociais e na política. Infelizmente é utilizado também por pessoas desonestas que o aproveitam para vender agressivamente, a maior parte das vezes por via telefone e com a oferta de algo grátis, os seus produtos, a preços muito superiores ao do mercado e com recurso a créditos pré concebidos por entidades financiadoras com poucos escrúpulos, sem conhecimento do “lesado”, não olhando a meios para o conseguir, sem se importarem se o possível cliente pode ou não pagar tal produto, ou tal empréstimo forçado. (Este crédito passa directamente da entidade credora para o vendedor, sem passar pelo devedor que só mais tarde vem a saber do empréstimo). Aqui, estes senhores escudados pelo marketing, procuram alvos específicos como consumidores e, contra as leis vigentes, literalmente praticam burla, uma vez que não informam a parte do recurso ao crédito e não fornecem qualquer cópia do contrato celebrado. Aqui, também as entidades financiadoras caem no ilícito, uma vez que nunca tiveram um contacto directo com o devedor. Estes senhores devem ser denunciados. O querer e não poder, também no Marketing é um tema com aplicação. Querer fazer o bem e não poder ir mais além!...

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

GLOBALIZAÇÃO

Sabedoria - Recados Para Hi5

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O querer e não poder, seguindo a sua rota no deixar o pensamento fluir, vai hoje procurar dar uma ideia muito simples e básica do tema que mudou o Mundo. A GLOBALIZAÇÂO.
Há quem defina Globalização com”Um processo de interacção e integração entre as pessoas, empresas e governos de diferentes nações, impulsionado pelo comércio e investimento internacionais, com o auxílio de tecnologia de informação”. Na minha maneira de ver as coisas, julgo que as empresas e os governos, num conceito básico, aqui não são necessários. Assim, considero mais acertado dizer que: - “Globalização é que, hoje, mais do que nunca, os seres humanos interagem directamente através das fronteiras, sem que isso envolva necessariamente as empresas e, ou os governos. Hoje em dia basta um clic na internet para qualquer um ver o que se está a passar do outro lado do Mundo. Basta um, clic para se adquirir o que quer que seja, seja lá onde a coisa pretendida se encontre. Tudo é oferecido e tudo é adquirido via internet e não é necessário sair do sofá da nossa sala. Isto fez com que a distância deixasse de existir. E isto é Globalização.
Já Thomas Friedman afirmou e afirma que globalização é “mais longe, mais rápido, mais barato e mais profundo”.
A Globalização não é só comércio. Embora o comércio nos primeiros tempos terá sido o grande beneficiado da globalização, ela hoje tem grande influência também no ambiente; na cultura; na política; no desenvolvimento geral dos países e povoações; Enfim, na prosperidade do ser humano.Com a globalização acabou o velho conceito da raça; da cor; da religião. Hoje, um ser humano não é visto como Europeu; Africano ou Asiático. Hoje, na era global, o ser humano é um cidadão do Mundo. Nos Estados Unidos da América, um cidadão, seja de que estado for, é um americano. Na Europa Unida também isto já se passa. Mas há-de chegar o momento, com a Globalização cada vez mais envolvente, que o ser humano será apenas visto como um habitante do planeta Terra, seja ele chamado de terrestre ou terráqueo. A migração deixará de ter sentido. Julgo ser este o grande objectivo da Globalização.
As Nações Unidas, foram criadas logo a seguir à segunda guerra Mundial, com o principal objectivo de se evitar nova guerra Mundial, mas não só! Também foi com o objectivo de aproximar os povos uns dos outros. A Europa que começou com a união económica entre a Bélgica e o Luxemburgo, hoje está quase na sua totalidade unida. E essa união ainda não é plena devido ao entrave das várias línguas faladas entre os povos que, com o tempo tem tendência também à unificação. A Globalização afecta toda a Humanidade em vários sectores: - Na maneira de viver e de ver as coisas; No comércio; Na indústria; Na justiça; Na política; Na cultura, Na comunicação; Enfim, em todas as áreas da sociedade.Com os meios de comunicação cada vez mais rápidos e eficientes, o fenómeno da Globalização mudou radicalmente a vida da humanidade no tempo e no espaço. O comércio não é uma invenção nova, pois desde que o homem começou a pensar, começou a fazer comércio. Mas com a Globalização, a troca directa de produtos deixou de fazer sentido e a distância também deixou de existir. Então o que nos falta para sermos iguais? Falta-nos sobretudo vontade política para acabar com as desigualdades entre os povos. Quando isto acontecer, a Globalização terá cumprido na íntegra o seu papel. Olhando para a Globalização como o fenómeno que pode melhorar o Mundo, fecho este tema com as palavras do homem que marcou a humanidade como secretário da O.N.U. Kofi Annan “ – só sabemos que a Globalização está de facto a promover a inclusão e a permitir que todos partilhem as oportunidades que oferece, quando os homens, mulheres e crianças comuns das cidades e aldeias do mundo inteiro puderem melhorar a sua vida. E é essa a chave para eliminar a pobreza do Mundo.”
Quero acreditar que seja na realidade este o grande objectivo da Globalização.