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Tudo o que quero e não posso, tudo o que posso mas não devo, tudo o que devo mas receio. Queria mudar o Mundo, acabar com a fome, com a tristeza, com a maldade.Promover o bem, a harmonia, intensificar o AMOR. Tudo o que quero mas não posso. Romper com o passado porque ele existe, acabar com o medo porque ele existe, promover o futuro que é incerto.Dar vivas ao AMOR. A frustração de querer e não poder!...Quando tudo parece mostrar que é possível fazer voar o sonho!...Quando o sonho se torna pesadelo!...O melhor é tapar os olhos e não ver; fechar os ouvidos e não ouvir;impedir o pensamento de fluir. Enfim; ser sensato e cair na realidade da vida, mas ficar com a agradável consciência que o sonho poderia ser maravilhoso!...

domingo, 25 de setembro de 2016


CALMA TEMPESTADE

Jaz o mar na sua calmaria,
Gemem no segredo, os calmos ventos
Cativos naquela noite fria,
A noite de todos os sentimentos.

Neptuno dorme no seu sossego,
Envolvido em sonhos de magia,
E eu neste desassossego nego,
Amar-te nesta hora já tardia.

A minha alma voa ao teu encontro,
Embalado nessa calmaria,
Que a refresca e solta do seu antro,
Trazendo-lhe um pouco de alegria.

Surgiu o vento no seu lamento,
Neptuno acorda de mau humor,
Fustiga as ondas no seu tormento
E minha alma solta a sua dor.

Rápido, regressa ao seu astral,
Esta alma que se pôs a viajar,
Voltou e tudo ficou normal,
Até a vontade de te amar.

Dessa calmaria, à tempestade,
Nem um beijo furtivo roubou,
Nem encontrou a sua liberdade,
Por entre as ondas por onde andou.

Carlos Cebolo
carlosacebolo.blogspot.com/



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